Segundo Franklin, as Malvinas possui sete unidades de PSF's e uma Policlinica e esse número é insuficiente para atender a necessidade do bairro mais populoso de Campina Grande. "As estruturas físicas existentes na comunidade, não suprem a demanda e isso é agravado pela falta de médicos e profissionais de outras áreas nas unidades existentes, ocasionando assim um desserviço para a população que precisar do atendimento, disse.
Franklin, afirmou ainda que se faz necessário uma intervenção dos órgãos de fiscalização na saúde pública da cidade. "Já é hora de uma ação por parte do Ministério Público para saber o que realmente acontece na saúde de Campina e os Vereadores têm uma grande oportunidade de prestar contas de seu trabalho, propondo uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para esclarecer ao povo o que de fato acontece com o serviço de saúde na cidade e quem é realmente responsável por esse caos que se instalou, finalizou.
Ascom/AMM
