Funk do Hino Nacional: Um desrespeito ao Estado brasileiro.

 Semana passada, fui surpreendido com uma publicação em uma das redes sociais. Um vídeo apresentava alguns jovens de uma escola pública aqui da Paraíba dançando em ritmo de funk o Hino Nacional Brasileiro.  

 O vídeo foi gravado na Escola Estadual Senador Humberto Lucena na cidade de Cacimba de Dentro, situada em nosso Curimataú.  Segundo informações levantadas pelo blog, o vídeo foi produzido pelo professor de língua estrangeira Alan Oliveira, com plena autorização da direção da referida instituição de ensino.
 Vivemos em um Estado Democrático de Direito, mas também temos que observar os nossos deveres. O Hino Nacional Brasileiro é um símbolo oficial de nosso país, estabelecido na Constituição Federal em seu Art. 13, § 1º. E deverá ser executado em continência à Bandeira Nacional, aos três poderes constituídos, ou ainda em cortesia internacional e nas atividades civis. De acordo com o Capítulo V da Lei 5.700/71, durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio. Civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Além disso, é vedada qualquer outra forma de saudação (gestual ou vocal como, por exemplo, aplausos, gritos de ordem ou manifestações ostensivas do gênero, sendo estas desrespeitosas ou não).

Vamos juntos moralizar a política

Tem algumas pessoas que vivem em uma contradição sem fim. Postam em suas redes sociais que são contra a corrupção e a favor da punição dos políticos corruptos, porém, logo em seguida postam uma foto de Cássio C. Lima (Teve Processo Tramitado e Julgado que culminou em sua cassação do cargo de Governador da Paraíba), seguida da legenda: Esse é o meu Governador. Ainda bem que esse tipo de gente faz parte da minoria. Diga não a corrupção!!! Conheça a história do candidato!!! Use a democracia a seu favor e vote bem!!!

A dependência do wifi na atual sociedade


Desde que a internet foi popularizada, a cerca de cinco anos atras, era raro encontrarmos empresas e até entes públicos dando a devida importância para a implantação de uma infraestrutura de wifi. antes a maioria dos usuários de internet se conectavam com a rede por meio de equipamento fixo em suas casas, ambientes de trabalho e muito ocasionalmente por meio de equipamento móvel, do tipo notebook.

A evolução da tecnologia nos trouxe uma nova realidade em relação ao acesso a grande rede, a internet hoje é uma ferramenta indispensável em nossa sociedade, assim sempre encontramos em todos os lugares alguém com seu SmartPhone ou Tablet, esses usuários já são 82% da população que se conecta a internet.

Pesquisas Eleitorais: Um instrumento de manipulação da Opinião Pública

Os últimos processos eleitorais na Paraíba nos apresenta um histórico de pesquisas no minimo contraditórias, deixando transparecer a existência, por parte da maioria dos institutos, erros grosseiros de avaliação ou uma evidente manipulação dos dados. Se a manipulação é verdadeira, seu objetivo claro é influenciar a capacidade de julgamento dos eleitores, confundindo-os, e criando a “virada” irreversível, muito conveniente na véspera do horário politico! 

Não custa lembrar que tais "erros" não são coisa desta eleição. Na eleição de 2010, os institutos de pesquisa davam como certo a vitória do candidato do PMDB ao Governo da Paraíba em primeiro turno, porém os números reais consumados os votos dos eleitores, outorgaram a vitória do candidato do PSB, o atual Governador da Paraíba, Ricardo Coutinho. Vocês acham que quem tem em seu histórico uma condenação por corrupção eleitoral e ainda assim se candidata a um cargo eletivo não consegue influenciar pesquisas "isentas", para logo depois" bombar" resultados influenciando votos?!

COMO ASSIM BRASIL? Estado Laico é uma coisa, imunidade tributária é outra.

Somos um Estado laico, pois em nossa Carta Maior, a Constituição Federal, há um artigo que garante liberdade de culto religioso. Há também, em nosso país, a separação entre Estado e Igreja. Isso é perfeito.

Agora, não podemos agirmos como cúmplices da omissão de nosso Ordenamento Jurídico no tratar com à arrecadação tributária. Não podemos e nem devemos compactuar do atual sistema que tributa de um simples cidadão assalariado mais de 60% de impostos por ano em relação aos seus vencimentos, enquanto as instituições religiosas recolhem bilhões de reais e não contribuem absolutamente com nada para o Estado brasileiro.